Crédito da Foto: Divulgação/Fifa
A Copa do Mundo de 2026 terá uma semifinal formada exclusivamente por seleções campeãs mundiais, algo que não acontecia desde a edição de 1990, disputada na Itália. Argentina, França, Espanha e Inglaterra seguem vivas na disputa pelo título e somam, juntas, sete conquistas mundiais.
O primeiro confronto será nesta terça-feira (14), quando França e Espanha se enfrentam em Dallas, às 16h (horário de Brasília). Na quarta-feira (15), será a vez de Argentina e Inglaterra decidirem a outra vaga na final, em Atlanta, também às 16h.
Grupo de elite
Além da tradição dentro das quatro linhas, os semifinalistas também se destacam pela posição no ranking da Fifa. Pela primeira vez desde a criação da classificação mundial, em 1992, as quatro seleções que chegaram às semifinais ocupam exatamente as quatro primeiras posições da lista.
A França assumiu recentemente a liderança do ranking, seguida por Argentina, Espanha e Inglaterra. O cenário reforça o equilíbrio e o alto nível técnico dos confrontos que definirão os finalistas do torneio.
Campanhas sólidas
Franceses e espanhóis chegam às semifinais com trajetórias mais tranquilas no mata-mata. Nenhuma das duas equipes precisou disputar prorrogação ou cobranças de pênaltis para avançar.
A França eliminou Suécia, Paraguai e Marrocos, enquanto a Espanha superou Áustria, Portugal e Bélgica. Apesar dos resultados positivos, os espanhóis precisaram decidir algumas partidas apenas nos minutos finais.
Do outro lado da chave, Argentina e Inglaterra tiveram percursos mais desgastantes. Os ingleses passaram por República Democrática do Congo, México e Noruega, sendo obrigados a disputar uma prorrogação. Já os argentinos enfrentaram Cabo Verde, Egito e Suíça, acumulando mais minutos em campo durante a fase eliminatória.
Reedição de uma história
A última vez que uma semifinal reuniu apenas campeões mundiais foi há 36 anos. Na Copa de 1990, Argentina, Alemanha Ocidental, Itália e Inglaterra chegaram entre os quatro melhores do torneio.
Agora, em 2026, a história se repete com quatro seleções que carregam tradição, títulos e protagonismo no futebol internacional. O resultado é uma reta final considerada uma das mais qualificadas da história recente dos Mundiais.









