Crédito da Foto: Arquivo/Assessoria
Com o início da Copa do Mundo de 2026, o jornal britânico Mirror divulgou os valores destinados à arbitragem do torneio. Segundo a publicação, cada um dos 52 árbitros principais selecionados pela FIFA — entre eles os brasileiros Ramon Abatti Abel, Rafael Claus e Wilton Pereira Sampaio — receberá um pagamento fixo de cerca de € 75 mil (aproximadamente R$ 520 mil).
O valor é único para toda a competição e inclui diárias e outras despesas cobertas pela entidade. Além dos árbitros de campo, o grupo “Team One” reúne ainda 88 assistentes e 30 árbitros de vídeo (VAR), somando 170 profissionais de 50 federações nacionais responsáveis por conduzir todas as partidas do Mundial.
De acordo com o modelo adotado pela FIFA, o pagamento não é feito por jogo apitado, mas sim pela participação no torneio. Assim, cada árbitro recebe o mesmo valor independentemente da quantidade de partidas em que atuar.
Apesar disso, há bônus adicionais conforme a fase da competição. Atuações em jogos decisivos, como semifinais e final, garantem premiações extras, como forma de reconhecimento pelo nível de responsabilidade e pressão das partidas.
Além da remuneração, a FIFA oferece suporte completo aos árbitros, incluindo hospedagem em hotéis, alimentação, transporte, uniformes oficiais e toda a logística necessária durante o torneio. O objetivo é permitir que os profissionais se concentrem exclusivamente no desempenho em campo.
A participação em uma Copa do Mundo também é vista como um marco na carreira dos árbitros, ampliando visibilidade internacional e abrindo portas para novas oportunidades em competições de alto nível após o torneio.









