Crédito da Foto: Arquivo / Assessoria
A classificação do Corinthians para a final da Copa do Brasil foi motivo de festa também em Cuiabá. Assim como em São Paulo e em diversas cidades do país, a Fiel comemorou intensamente a vaga conquistada nos pênaltis, por 5 a 4, após a derrota por 2 a 1 para o Cruzeiro no tempo normal.
Na capital mato-grossense, torcedores se espalharam por bares e restaurantes, tradição que se repete a cada decisão do Timão. Um dos principais pontos de encontro foi um bar localizado no setor 4 do CPA 3, às margens da movimentada Avenida das ‘Quatro Pistas’, onde dezenas de corintianos acompanharam a partida em dois telões.
O local ganhou clima de arquibancada, com bandeiras, instrumentos de percussão e uma pequena charanga. Com o apito final e a confirmação da vaga, a comemoração tomou conta do espaço, com fogos de artifício, gritos de guerra e o tradicional “poropopó”, entoado em coro pela torcida.
Em outros pontos da cidade, principalmente no Centro e em bairros populares, bares ficaram completamente lotados. Vestidos de preto e branco, os torcedores vibraram a cada lance decisivo, especialmente nas cobranças de pênaltis, que elevaram a tensão e a emoção.
Após a classificação, o clima de festa se espalhou pelas ruas de Cuiabá. Fogos iluminaram o céu, enquanto buzinaços tomaram conta de avenidas como a Fernando Corrêa da Costa e a Miguel Sutil, criando um cenário de celebração que lembrava um carnaval fora de época.
Carreatas também marcaram a noite, com torcedores exibindo bandeirões do Corinthians e cantando os cânticos tradicionais da Fiel. A comemoração seguiu até a madrugada, com concentração em praças e pontos já conhecidos pela torcida alvinegra.
A festa em Cuiabá reforça a dimensão nacional da torcida corintiana. Mesmo a mais de 1.500 quilômetros da Neo Química Arena, a paixão pelo clube se manifesta com a mesma força, evidenciando o orgulho dos torcedores em ver o Timão superar adversários de peso e garantir presença em mais uma final, fortalecendo ainda mais o sentimento de pertencimento à chamada “nação corintiana”.









