Crédito da Foto: Arquivo / Assessoria
O presidente do União de Rondonópolis, Paulo Barrionuevo Júnior, afirmou que o projeto de transformação do clube em Sociedade Anônima do Futebol (SAF) continua avançando e faz parte de um planejamento estratégico da atual gestão. Segundo o dirigente, a mudança está sendo conduzida com cautela, respeitando todas as exigências legais e estatutárias para garantir segurança e transparência no processo.
Ao comentar o tema, Barrionuevo destacou que a diretoria decidiu esclarecer o andamento da proposta diante das constantes dúvidas de torcedores e da imprensa. Ele classificou o assunto como sensível, mas reforçou que o clube trabalha de forma responsável para estruturar cada etapa antes da formalização da SAF.
De acordo com o presidente, o primeiro passo é equilibrar as finanças. Desde que assumiu o comando, há cerca de dez meses, a prioridade tem sido reorganizar as contas e reduzir pendências trabalhistas e tributárias. Quando a atual gestão iniciou o trabalho, o passivo trabalhista girava em torno de R$ 2 milhões. Hoje, segundo ele, o valor está próximo de R$ 1 milhão, com negociações em andamento para quitar integralmente a dívida até o meio do ano.
Em relação às obrigações fiscais, o montante também se aproxima de R$ 1 milhão. A diretoria aguarda programas federais de refinanciamento para viabilizar condições mais favoráveis de parcelamento. A expectativa é que, até o último trimestre do ano, o clube esteja com a situação financeira regularizada.
Paralelamente à reestruturação econômica, o União já deu início à modelagem da SAF. Para isso, contratou um escritório especializado de São Paulo, liderado pelo advogado André Sica, profissional com experiência em projetos semelhantes no futebol brasileiro.
Barrionuevo ressaltou que a adoção do modelo SAF é uma tendência consolidada no país e acredita que a mudança poderá proporcionar maior profissionalização, estabilidade administrativa e melhores perspectivas esportivas para o União nos próximos anos.









